O que são as Marcas Digitalmente Nativas?

by , 11/07/2019 //

Oi, pessu! Você já ouviu falar no termo Digitally Native Vertical Brand, ou, em português, Marcas Verticais Digitalmente Nativas? Essa é uma expressão ainda pouco difundida no Brasil, e, por isso, queremos trazer mais desse tema para você.

O termo Digitally Native Vertical Brand, ou DNVB, foi criado pelo empresário Andy Dunn, CEO da Bonobos. Podemos simplificar a nomenclatura para Marcas Nativas Digitais, ou MND.

 As MND são, essencialmente, marcas nascidas no campo digital, que utilizam da criação de conteúdo para a construção de uma comunidade. 

Andy Dunn as define e classifica como empresas que se relacionam diretamente com o consumidor final do seu produto, desde a primeira conversa até o contato pós-compra. Vem desse tipo de relacionamento (direto, sem escalas) a palavra vertical. E isso é ser comunidade – uma construção sem hierarquia de uma solução para uma necessidade em comum. Assim, todos os produtos de uma MND são pensados pela própria comunidade que acompanha a marca.

A expressão Marcas Nativas Digitais faz parte do vocabulário dos empreendedores da nova economia, na qual a prestação de serviços ganhou foco. Isso aconteceu principalmente depois do que podemos chamar de “bolha das empresas ponto com”, um registro histórico do avanço das marcas a partir do investimento em tecnologia e na compra dos domínios “ponto com” e “ponto br” na internet.

nativamente digital, digitally native vertical brand

Entender melhor sobre um termo como esse pode impulsionar seus negócios e melhorar a comunicação com outros empreendedores. Sem falar que é um guia para sua marca. Se ela se enquadra na MND, você pode criar planos de ação voltados para os pilares que sustentam esse formato de empresa.

E quais são os pilares da Digitally Native Vertical Brand? Marca, produto e experiência.

Ou seja, além de investir em construção de marca e qualidade do produto, a experiência do consumidor conta muito. Principalmente porque o contato entre a marca e ele é constante e vertical – de comunidade.

O resultado disso? Entendimento do comportamento de seus consumidores para assim desenvolver e cocriar soluções para a própria marca.

O consumidor, nesse caso, é nascido na era digital – das gerações Z e Y, ou os Millennials. A experiência criada, então, acontece quase 100% no mundo online. E, claro, as empresas que são nativas digitais também expandem seus negócios para o offline – lugar em que a marca se materializa.

Além desse pilares estipulados por Andy Dunn, tenha em mente que uma MND sempre será composta por:

  • Comunidade;
  • Conteúdo;
  • Fãs;
  • Comunicação;
  • Cocriação;
  • Transparência;
  • Vulnerabilidade;
  • Análise de dados;
  • Venda por consequência.

E como funcionam as MND?

Primeiro, essas marcas constroem sua comunidade gerando conteúdo de valor e muita conversa. E só depois passam a criar as soluções para essa comunidade.

marcas nativas digitais

Para nós, o Grupo ORNA nasceu como uma marca digitalmente nativa e, por isso, alcança e afeta pessoas que buscam por experiências de qualidade.

Não se trata mais de vender um produto. É sobre oferecer uma ideia, um propósito e compartilhar conhecimentos. É criar uma experiência que começa com entrega incondicional para, justamente, abraçar o consumidor em todas as fases do relacionamento com ele. 

E o universo digital é o nosso facilitador. Dentro dele, fica mais fácil encontrar pessoas que são movidas pelo mesmo propósito. Assim, são formadas comunidades que, como as marcas, são digitalmente nativas. Nascem e crescem na web. 

É claro que a rapidez do feedback vem dos dois lados: positivo e negativo. Por isso, as marcas nativas digitais devem estar preparadas para todo o dinamismo da era da economia nova e de tudo o que se cria essencialmente no digital.

Se o futuro é colaborativo, as Marcas Nativas Digitais são as marcas do futuro.

Você já conhecia esse termo? Acha que sua marca é nativa digital? Nos conte lá no perfil do @efeitoorna

Conteúdo inspirado no The Book of DNVB, escrito pelo cunhador do termo, Andy Dunn e no TEDx Curitiba de Bárbara Alcantara.