Oi, pessu! Esse é o primeiro artigo de uma série sobre empreendedorismo, assunto que nos move e que é uma das nossas principais vertentes. E resolvemos começar com uma pauta importantíssima para nós: INFLUÊNCIA DIGITAL.

Já tem um tempo que a expressão digital influencer soa com estranheza pra gente, principalmente quando nos perguntam se essa é nossa profissão.

É inconclusivo dizer que nos consideramos unicamente influenciadoras. É como se, quase de maneira automática, nos colocássemos como pessoas com algum “poder” sobre outras. Certo? De acordo com o dicionário, sim:

 

Influência: poder de produzir um efeito sobre os seres ou sobre as coisas.

 

Mas se não somos influenciadoras, que palavra poderia substituir nosso trabalho? Afinal, sentimos a necessidade de encontrar algo que defina essa nova profissão. Blogueiras? Não podemos dizer que somos só isso. Hoje, enxergamos nosso endereço eletrônico como uma das diversas plataformas de ação digital em que atuamos. Existe o YouTube, o Instagram, o Pinterest e as demais redes que também fazem parte das novas mídias de impacto.

 

Plataformas de ação digital são as redes sociais de atuação de um criador de conteúdo para internet. São os meios que ele se comunica: youtube, instagram, facebook, snapchat, pinterest, vine, spotify, wordpress…

 

A pergunta é: quando o público se identifica com o conteúdo criado, resultando em um alto envolvimento (alcance, curtidas, comentários e prints), isso não é o mesmo que influenciar digitalmente? Não só isso.

 

PRODUÇÃO DE CONTEÚDO + ALTO ENGAJAMENTO

= AFINIDADE DO PÚBLICO COM O CRIADOR DE CONTEÚDO

OU SEJA: INFLUENCIADORES DIGITAIS PASSAM A SER CRIADORES DE AFINIDADE POR MEIO DE PRODUÇÃO DE CONTEÚDO

 

Tá aí, chegamos a um termo que nos define: criadores de afinidade, ou em inglês, affinity creator. P.s: expressões em inglês são comuns no meio publicitário, por isso consideramos também apresentar o termo na língua inglesa.

E falando em digital: onde essa palavra foi parar na nova denominação? Bem, entendemos que nossas ações vão além do digital. Nós construímos um relacionamento genuíno com quem nos acompanha. Quando encontramos nossos seguidores no offline, sentimos que é tão próximo, como se já nos conhecemos olho a olho. Então, acreditamos que é uma escolha de cada um seguir alguém na internet. Por isso, temos tanta preocupação com as nossas marcas ORNA CONCEPT, ORNA MAKEUP e ORNA CAFÉ.

Essa é a principal conclusão desse artigo: cada um forma sua própria opinião, levando em consideração a opinião de pessoas nas quais se relacionam (mesmo que virtualmente) e que possuem alguma identificação.

Não se deve subestimear ninguém. Nossa geração é muito mais exigente do que imaginamos. Todos tem acesso a informação, por isso é um engano pensar que um “influenciador” é uma fonte de validação inquestionável. Valida sim, mas se for verdadeiro.

Questionamos tudo o tempo todo e, por fim, criamos nossa própria opinião. Por isso é tão importante o trabalho das agências e profissionais de branding para definição de uma associação de imagem com um criador de afinidade por meio de geração de conteúdo na internet.

Enxergamos por essa ótica: se alguém contrata um serviço ou passa a seguir alguma marca que indicamos em alguma plataforma de ação, essa pessoa não foi influenciada. Ela se identifica conosco, tem uma afinidade real com nosso conteúdo, confia no que postamos e ela decide optar pela marca, serviço ou produto. É um relacionamento mais próximo. Ela se permitiu ouvir o que temos para dizer!

Para vocês entenderem melhor tudo o que dissemos até agora, também tem vídeo no canal do Tudo Orna explicando tintim por tintim:

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. Veja aqui o artigo sobre o impacto de ações com influenciadores para uma marca – mesmo achando que o termo não nos define totalmente, usamos o termo digital influencer, pois é usado atualmente pelo mercado.

 

 

Tudo Orna
http://www.tudoorna.com